quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Bebidas Isotónicas e Bebidas Energéticas



As bebidas isotónicas são compostos líquidos que restauram naturalmente os líquidos e energia que estão em falta no organismo de um desportista. Foram desenvolvidas de modo a repor os líquidos e sais minerais perdidos através do suor durante o processo de sudação e têm por principal objectivo evitar a desidratação, aperfeiçoar e realçar os níveis de resistência e qualidade do esforço dispêndido. Isotónico significa exactamente que a composição dos líquidos apresenta uma concentração de moléculas idênticas aos fluídos do corpo humano, podendo assim ser incorporados e transferidos para a corrente sanguínea. Normalmente estas bebidas não contêm substâncias que melhoram o desempenho como a cafeína ou taurina.

As bebidas energéticas ou hipertónicas têm função diferente, estas foram desenvolvidas para proporcionar energia, pelo que contêm uma grande quantidade de hidratos de carbono. estas bebidas apresentam altos níveis energéticos e uma concentração de moléculas mais elevada que a dos fluídos corporais.
Para provas de de longa distância são necessário níveis elevados de energia e por isso as bebidas hipertónicas são consumidas antes, durante e após o esforço físico.
Estas bebidas devem ser tomadas em conjunto com água para repor fluídos perdidos por via da transpiração, uma vez que a sua função não é prevenir a desidratação, ao contrário das bebidas isotónicas.

A actividade física intensa e prolongada, provoca transpiração e consequentemente perda de sais minerais que são importantes para o equilíbrio do organismo. Minerais como sódio, potássio, magnésio e o cálcio têm uma enorme importância nas funções de contracção muscular do corpo humano. Durante a transpiração que acompanha a actividade física intensa, o corpo pode perder até um litro e meio de água por hora, o que significa dois por cento do peso corporal, criando o risco de desidratação.

Existem algumas alternativas naturais às bebidas isotónicas, como a água de coco, ou soro caseiro.

Dica para fazer soro caseiro que às vezes faço e bebo: Adicionar uma colher de sopa de açúcar ou 2 colheres de sopa de mel, uma colher de café de sal e umas gotas de sumo de limão para 1 litro de água.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

X Grande Prémio Atlântico



Pela 10ª.vez o Núcleo Sportiguista da Costa da Caparica com apoio da Xistarca, organizaram uma prova pedestre na extensão de 10 Km.

O tempo estava óptimo para a prática desportiva, já há algum tempo que não corria com o tempo quente e soalheiro. O local de partida inicialmente previsto, foi alterado para as novas instalações da sede Sportinguista situada à frente da Igreja Nova.

Para levantamento dos dorsais alguma confusão tanto para a Caminhada como para a Corrida.

No que se refere a Caminhada de aproximadamente 4.000 metros, foi uma verdadeira desorganização segundo a minha mãe e alguns populares e nem sequer tiveram abastecimento ou água no final! Mas há que louvar a iniciativa e tentar melhorar no futuro, além disso sempre foi a 1ª.vez.

No ligeiro aquecimento que fiz com o meu irmão avistei de novo o amigo atleta de Cascais, o Gilberto "Lebre", desta vez sem o inseparável João Fandago que com os seus 60 e 57 anos respectivamente ficam sempre a minha frente! Vejam-me as ilustres figuras, num churrasco organizado por amigo comum ! Para a foto só faltou o Gregório Cristo outro atleta de 50 anos que também corre bem.
No dia seguinte após doping "Sagres" ainda fomos fazer a Meia-maratona de Portugal

Também fiquei espantado quando vi o Jorge, o Miguel e o Filipe, amigos e colegas da Empresa, que fizeram uma boa prova.

Quanto a Corrida tal como a Caminhada houve um atraso de 15 minutos, mas a prova correu melhor que as que tinha efectuado anteriormente, e espero que a tendência seja para melhorar.


domingo, 25 de janeiro de 2009

XX Grande Prémio Fim da Europa



Dificilmente haverá prova mais bonita...e dura, mas sem dúvida com percurso único.

Prova de aproximadamente 17 Km, com início em Sintra, a vila Património Mundial da UNESCO e meta no Cabo da Roca parte mais ocidental da Europa "donde a Terra se acaba e o mar começa", escreveu Luís de Camões nos Lusíadas.

Quando chegamos fizemos um prévio aquecimento, onde avistei os " velhotes" que me dão literalmente grandes bigodes, o Gilberto Gonçalves e o amigo inseparável João Fandango que após breves alongamentos deram-me algumas dicas do exigente percurso.

Partida pontualmente efectuada às 10H:00 na Fonte Mourisca, começa-se logo a subir pela Rampa da Pena, subida bastante acentuada, logo ao terceiro Km parei exausto com dificuldades a respirar e comecei a andar, foi a primeira corrida em que parei, nunca outra prova me fizera andar, voltei a correr novamente, estava a fazer cerca de 7 minutos por Km, ao menos dava para apreciar a paisagem e enquanto corria senti o cheiro de sauna... era o cheiro intenso dos eucaliptos!

No topo da Serra a vista é imponenente e incomparável e após a Zona Florestal da Peninha por volta do nono e até ao décimo primeiro Km voltei a andar, a desvantagem de não conhecer o trajecto da prova, factor que foi preponderante para ter feito paragens que nunca tinha feito.

Apartir do 11º.Km foi sempre a descer, passando por Azóia a meta logo ali estava instalada.

Acho que o grau de exigência do percurso é elevado principalmente nos 10 primeiros kilometros, mas quem faz esta prova, fará com relativa facilidade uma meia-maratona.

Prova bastante bem organizada, com dois abastecimentos e no fim uma grande tenda, iguais as dos casamentos e baptizados com mesas farturosas de salgados, doces, frutas, águas e bebidas.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

60 Km em Dezembro



Final do ano em cheio, o mês de Dezembro foi o mais competitivo que alguma vez tive, sem treinos fiz 60 Km, algo inédito. Contudo como não poderia deixar de ser sem treinos os tempos não foram maus, foram simplesmente péssimos, preocupei-me somente em acabar as provas.

No dia 2008/12/08, efectuei a minha segunda Meia-Maratona, prova incluída na 28ª. Maratona Internacional de Lisboa, percurso de 21042 Km homologado pela FDA, AIMS e IAAF. Prova com mais estrangeiros em que já participei, tempo com chuva incómoda durante todo o percurso, partida e meta na Praça do Comércio.

Na 2ª.quinzena Grande Prémio do Natal, também com muinta chuva e frio, percurso fácil mas que sem treinos torna-se difícil, fiz pior tempo que o ano transacto. Começo da partida com atraso de 15 minutos no Centro Comercial Colombo e meta nos Restauradores. No início ainda vi os amigos de Cascais, que passaram por mim e perguntaram-me se queria uma corda....

Na 3ª.semana, Corrida dos 60 anos do Metropolitano de Lisboa, partida em Sete-Rios, perto do Jardim Zoológico e meta nos Restauradores, percurso quase idêntico ao da semana anterior. Logo de início parei duas vezes, como sempre os atacadores desapertados!
Prova rápida , acabei exausto, com pior tempo da semana que antecedeu.
No final desorganização e muinto tempo para entrega das lembranças e medalhas, mas a espera valeu pelo enorme guarda-chuvas e saco de viagem!
O meu irmão fez o tempo de 40 minutos e consegui o almejado corta-vento do Metro.
E para a posteridade tirei uma foto com o medalha de prata nos Jogos Olímpicos nos 100 metros, o Grande Francis Obikwelu.

Dia 27 de Dezembro, após os excessos do Natal, foi óptimo queimar calorias com a 1ª.São Silvestre de Lisboa, a capital já merecia uma prova desta dimensão.
Início da Prova às 19H 00 n Praça do Rossio em frente à Pastelaria Suíça e meta no mesmo local perto do Diário de Notícias. O percurso é relativamente fácil, mas conta com algumas subidas Rua do Ouro, Cais do Sodré, subida até ao cimo da rotunda do Marquês de Pombal, e retorno até ao Cais do Sodré e chegada. No final devido à chuva e frio, consegui ganhar ... uma valente gripe!


Mas mesmo com gripe devido a desistência do Rui Gameiro, fui fazer a épica São Silvestre dos Olivais no dia 30 de Dezembro. Prova com algum grau de dificuldade, logo de início algumas subidas e descidas, voltei a acabar cansando e com o que choveu a amiga gripe continuou a acompanhar-me no fim e no princípio do Novo Ano.

domingo, 16 de novembro de 2008

Motivação para Maratona



"Para ganhos fisiológicos já basta a preparação para a meia-maratona. Não há novos ganhos físicos ao dobrar a distância. Mas o benefício psicológico, sem dúvida, é único após os 42 km”, afirma o cardiologista Edmar Santos, da Sociedade Brasileira de Cardiologia e mestre em Medicina Interna e Terapêutica da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). “Não existe uma resposta certa para o porquê de uma maratona. Assim como não existe uma resposta errada. Cada motivo é único”, do livro “Marathoning for Mortals”, de John Bingham e Jenny Hadfield:

1. O maratonista aprende a desenvolver pequenas metas (mensais, semanais e até diárias) e a organizar-se melhor.

2. O treino longo pode ser uma positiva e construtiva forma de egoísmo. Naquele momento a pessoa aprende a fazer por ela mesma. Isso gera autoconfiança e segurança de saber que é capaz.

3.

4. Depois de uma maratona, tudo na vida fica menos complicado. Os problemas ganham proporções muito menores.

5. É uma experiência de superação que pode ser levada para a vida profissional e pessoal.

6. Treinar para fazer o melhor é a mais saudável forma de competição.

7. Muitas pessoas correm para relaxar da realidade; outras para provar a si mesmas que são capazes; e algumas para encontrar os próprios limites.


Retirado do site: www.sportscience.pt
O corredor tem de dizer ‘eu concluí’. Não existe prazer maior que este. “Na corrida, não importa se é o primeiro a chegar, se chega à meio do pelotão, ou se está entre os últimos” — Fred Lebow, corredor e um dos fundadores da Maratona de Nova Iorque.

domingo, 19 de outubro de 2008

28ª. Corrida do Tejo/Nike

Na manhã de 19 de Outubro todos os caminhos foram dar a Algés, partida da prova que mais pessoas consegue juntar para fazer a distância de 10 Km.

Ao longo do percurso assistimos às habituais bandas musicais que animam quem passa,e embora o esforço não permitisse grandes aplausos, reconheço o seu papel motivador.

Junto à meta, o ambiente era um misto de alívio e satisfação, por ter chegado ao fim da prova. O cansaço era evidente, mas o prazer de ter cumprido um objectivo sobrepunha-se a isso.
Paguei caro a factura de ter jogado com o factor psicológico, desde a Meia-Maratona de Portugal, não fiz nenhum treino pensei que o facto de ter feito mais que o dobro da distância à vontade seria canja! Profundamente enganado!



quarta-feira, 1 de outubro de 2008

28 Setembro 2008- A minha primeira Meia Maratona




Esta prova competitiva teve partida da Ponte Vasco da Gama e meta em frente ao Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações. O ambiente era de festa à partida, ansioso que a prova começasse, com aquele nervoso miudinho.

Os milhares de pessoas que se aglomeram à partida faz com que seja difícil iniciar a prova em ritmo de corrida que é, no entanto, uma excelente oportunidade para disfrutar da vista panorâmica.

A prova correu bem , com muitas equipas estrangeiras, apesar de receoso acabei a prova bem, e melhor sem nenhuma dor!

O facto de ter feito alongamentos antes e após terminar a prova foi fundamental, para não ter dores, assim como ter sabido gerir o esforço para chegar ao fim, sabendo os meus limites.